Código não basta. É preciso conhecer o chão que a gente serve.

Mar 1 / Luiz Tangari

Nosso time gosta de software, nós não temos medo de codar sistemas grandes e complicados, com risco tecnológico. A empresa respira isso, de vendas até o time de desenvolvedores

Mas os clientes não compram código, compram o problema deles resolvido.    

Para isso precisa, além de gostar de software, gostar do problema.  

E, para gostar do problema, é preciso se interessar pelo problema: saber como é pisar onde o pessoal que a gente serve pisa.    

Quando vejo o time aqui discutindo coisas como:  

  • Quais taxas de descontos de recebíveis são justas para cada classe de empresa; 
  • Modelo de previsão de inadimplência para cálculo de PDD; 
  • Políticas de crédito; 
  • Requisitos de treinamento de analistas de crédito.  


E não só coisas como:   
  • Funcionalidade A ou B; 
  • Interface de usuário; 
  • Planejamento e prazos; 
  • Configuração de sistemas.  


Fico mais otimista com o nosso futuro.   

O legal de trabalhar em uma empresa de software vertical é que, além de sermos especialistas em tecnologia, também podemos ser especialistas no agro.