Nosso time gosta de software, nós não temos medo de codar sistemas grandes e complicados, com risco tecnológico. A empresa respira isso, de vendas até o time de desenvolvedores.
Mas os clientes não compram código, compram o problema deles resolvido.
Para isso precisa, além de gostar de software, gostar do problema.
E, para gostar do problema, é preciso se interessar pelo problema: saber como é pisar onde o pessoal que a gente serve pisa.
Quando vejo o time aqui discutindo coisas como:
- Quais taxas de descontos de recebíveis são justas para cada classe de empresa;
- Modelo de previsão de inadimplência para cálculo de PDD;
- Políticas de crédito;
- Requisitos de treinamento de analistas de crédito.
E não só coisas como:
- Funcionalidade A ou B;
- Interface de usuário;
- Planejamento e prazos;
- Configuração de sistemas.
Fico mais otimista com o nosso futuro.